EDITORIAL

25 04 2012


Liberdade de expressão não pode ser confundida com libertinagem. Aliás não só na expressão como no sentido amplo da palavra. 
Com a proliferação de blogs, perfis sociais etc. muita gente pensa que pode falar o que quiser, de quem quiser, quando quiser e do jeito que quiser. Não é bem assim. 
Se o cidadão está na mesa de um bar e fala mal de uma pessoa e isto chega ao ouvido e conhecimento da mesma, o ofendido com provas e testemunhas pode lhe pregar um belo processo de difamação, calúnia etc.
Na internet e na imprensa em geral é a mesma coisa. Falar no FaceBook o que lhe vem a cabeça por exemplo é fácil. Difícil é sustentar o que falou. Pensar que fazer jornalismo é manter um blog denunciador, sem apuração de lados etc...nem sempre.
O que precisa existir é bom senso, saber o limite que você mesmo vai dar a sua fala, a sua escrita. Isto não é tirar a liberdade de expressão. Seria um equívoco pensar assim. Todos podem e devem se expressar sobre todos os assuntos, desde que respeitando o espaço, a condição, o limite, a situação do próximo. Até por que criticar é fácil. Difícil é fazer. 
Esta semana volta a baila o tema liberdade de expressão com a situação criada pelo CQC. Eles são engraçados até certo ponto. Por outro lado não respeitam boa parte dos colegas de imprensa e se julgam no direito de afrontar quem bem entenderem...se isto for liberdade, o Brasil vive mais perto da libertinagem. E aí seria cada um por si e Deus por todos.
Por outro lado muitos não aceitam a presença da imprensa e a emissão de opinião e mandam matar jornalistas como aconteceu no Maranhão também esta semana. 
Num país onde um Juiz do Supremo decidiu que todo mundo pode ser jornalista para expressar sua opinião de qualquer maneira, fica claro que a sociedade está optando pela bagunça generalizada e que palavras como a deste editorial são pura perca de tempo.  E depois tem gente que ainda sonha em moralizar a politica! 
Nem tanto ao céu, nem tanto a terra! Precisamos de equilíbrio. Informar e opinar com responsabilidade. 


05 04 2012


Nossa equipe de editores abre mão deste espaço em favor de um texto enviado por uma leitora. Leiam o que diz Leila Toledo sobre a questão do Lixo. 



Sabemos todos que hoje o lixo é uma das causas mais sérias da devastação ambiental no planeta e que se continuarmos produzindo esta quantidade de lixo necessitaremos de quatro planetas Terra dentro de alguns anos para podermos sobreviver! Não é por isso que devemos nos ausentar das preocupações de se cuidar do lixo já produzido e de tentar ao máximo minimizar seus efeitos ao meio ambiente.
A educação de um povo se verifica, dentre outras medidas , pela limpeza de suas ruas.
Como é agradável visitar uma cidade onde não se encontra lixo jogado nas ruas e onde se pode se caminhar admirando a natureza e sua paisagem e não sacos de plástico, embalagens, bitucas de cigarro , latas, vidro, como se as ruas fossem seu próprio deposito! 
Infelizmente, numa pequena volta por nossa cidade é este o cenário que encontramos !
Vejo que se faz URGENTE uma campanha pela conscientização da população a esse repeito pois não só a Prefeitura pode lidar com isso.
Outras pequenas coisas podemos fazer em âmbito local como manter atenção ao horário da coleta, não colocando seu lixo na rua muito antes desta e também armazenando seu lixo em recipientes resistentes que não rasguem ao serem carregados pelos coletores.
Podemos sim colaborar fazendo nossa parte e esperando que cada cidadão faça a sua. Isso é o mínimo para um bom começo.
Não é difícil adotar algumas atitudes que também colaboram no processo de diminuuição do acúmulo como deixar de consumir tanta sacola plástica quando saímos às compras. Podemos levar uma sacola maior para todas as miudezas. Também em casa selecionar, reciclar e evitar ao máximo o desperdício .
Creio que com pequenas mudanças em nossos hábitos podemos fazer uma boa diferença nesta questão e poderemos todos compartilhar de uma cidade mais limpa e saudável para todos! 



21 03 2012



O Brasil é um país privilegiado. Mais de 11% de toda a água doce do Planeta está aqui. Nós também temos o maior rio do mundo – o Amazonas – e o maior reservatório de água subterrânea do mundo – o Sistema Aquífero Guarani.
Nossa região, o Circuito das Águas possui fontes de água mineral incomparévis, que jorram 24 horas por dia a mais pura água do planeta.
Por isso neste dia 22 de março dedicado a ÁGUA, temos o dever de reavaliar tudo o que fazemos para colaborar com a preservação deste importante elemento da natureza.


Leia abaixo trechos de um artigo publicado na Internet que chama a atenção para a importância fundamental desta preservação:

A simplicidade da composição química parece disfarçar a importância da água para o desenvolvimento e preservação de todas as formas de vida existente na Terra. Sem a água, que constitui 70% do corpo humano, a vida, tal como a conhecemos, não seria possível. A sociedade tem negligenciado a possibilidade de esgotamento dos recursos hídricos e vem promovendo intervenções no meio ambiente que prejudicam numerosos mananciais.
Nossos rios ainda são usados para o escoamento de esgostos domésticos e industriais, transformando a água, fonte de vida, em agente de doenças e morte.
Apesar de dois terços do Planeta Terra serem compostos de água, somente 0,007% desse montante é potável, ou seja, própria para o consumo. Pra piorar, 97% desta água potável está em áreas subterrâneas, formando os aqüíferos, que ainda são inacessíveis pelas tecnologias que dispomos atualmente. Cada vez mais a ação do Homem vem causando danos a esse maior bem natural que possuímos. Seja por contaminação de rios, lagos e represas; ou pelo uso irrestrito e desnecessário, o fato é que precisamos mudar de atitude imediatamente. De acordo com a ONU, mais pessoas morrem por contato com água contaminada do que a soma de todas as formas de violência, sendo que os mais atingidos são crianças menores de cinco anos (cerca de 6 mil mortes diárias!).
O Brasil é um país privilegiado. Mais de 11% de toda a água doce do Planeta está aqui. Nós também temos o maior rio do mundo – o Amazonas – e o maior reservatório de água subterrânea do mundo – o Sistema Aquífero Guarani. Por isso, devemos dar o bom exemplo. Como vimos, podemos contribuir muito para o bom funcionamento do Planeta, de maneira simples e eficaz.
Uma das perspectivas sobre o futuro da humanidade diz que, assim como o homem já luta por petróleo, haverá o dia em que também travará embates pela água. Segundo as estimativas de um Fórum Mundial sobre a Água, realizado no México, já em 2025 3 bilhões de pessoas irão viver em países com conflito por falta de água: serão as regiões mais secas do mundo. Chegar a essa conta não foi muito difícil. Desde 1950, o uso da água multiplicou-se três vezes e são inúmeros os procedimentos em que é necessário o uso do líquido. Entretanto, mesmo a Terra sendo conhecida como o Planeta Água, tendo 2/3 de sua superfície coberta por ela, apenas 1% de sua vastidão azul é disponível para o consumo humano. De acordo com as regiões do mundo, os números são ainda mais preocupantes: na África 230 milhões de africanos sofrerão pela escassez de água em 2025. Na última década, o continente sofreu um terço das catástrofes mundiais causadas pela água ou pela sua carência, que afetaram 135 milhões de pessoas. Na América do Norte, existe a maior rede de abastecimento, entretanto, 49% da água é usada somente na agricultura e a região apresenta um dos maiores níveis de poluição dos rios. Na Europa, outro índice alarmante: 40% da água transportada se perde no sistema de distribuição. A América do Sul, apesar da riqueza hídrica, possui 2/3 de seu território classificados como zonas áridas, e o nordeste do Brasil é umas das principais.
Na Ásia, o continente mais populoso do mundo, temos 86% da água destinada à agricultura, sendo a média mundial de 71%. Apenas 6% é destinado ao consumo doméstico. A poluição também é um agravante: Um terço da população da região, que representa 58% da mundial, não desfruta de saneamento básico e o esgoto acaba poluindo rios, nascentes e oceanos. Assim como outros recursos, campanhas para a preservação da água tornaram-se ferramentas importantes na garantia da manutenção da vida para as próximas décadas e séculos. Entretanto, enquanto você lê o este artigo, 10 pessoas do seu bairro estão lavando os carros em suas calçadas e até mesmo o
seu filho pode estar escovando os dentes com a torneira aberta.







09 03 2012 


Numa era onde se busca a paz e o melhor equilíbrio entre a raça humana, o texto abaixo é fundamental: 



Proibir o MMA na televisão

No Brasil, rinhas de galo e de canário são proibidas, mas o "vale-tudo", uma rinha humana, não; uns poucos ganham muito dinheiro com o sangue alheio

Um projeto de lei que propus em 2009, proibindo a cobertura de MMA (em inglês, artes marciais mistas), o "vale-tudo", pelas TVs, tem gerado polêmica, ainda mais após a realização, no Brasil, do UFC, principal campeonato da luta, e de sua transmissão pela maior rede de TV do país.
Nosso objetivo é proibir o televisionamento de lutas agressivas e brutais que banalizam e propagandeiam a violência pela violência, sem qualquer outra mensagem, pela TV, que é uma concessão estatal.
Basta assistir a um único embate para ver a brutalidade e a contundência dos golpes, desde pontapés e joelhadas na cabeça até cotoveladas no rosto, chaves de braço e "mata-leões" (chaves no pescoço).
Em dezembro, o brasileiro Rodrigo Minotauro quebrou o braço e teve de passar por cirurgia para colocar 16 pinos metálicos. Em outra apresentação recente, bastaram alguns segundos para o "vencedor" derrotar o adversário com dois únicos golpes. Há cenas de sangue jorrando longe após cotoveladas na boca e no nariz do oponente -que caiu, tremendo e com espasmos. E a luta continua!
O MMA nada tem a ver com as lutas de judô, taekwondo ou boxe, modalidades com regras previstas em competições olímpicas ou mesmo profissionais. Nem com o karatê, a capoeira ou o jiu-jítsu, destinados à defesa pessoal, ao autocontrole e ao treinamento físico dos atletas. São lutas em que, mesmo nas competições, a integridade física é preservada.
Éder Jofre, bicampeão mundial de boxe, é um dos veementes opositores ao MMA, que tem pouco de esporte e muito de "briga de rua", onde vale tudo.
No Brasil, rinhas de galo e de canário são proibidas legalmente. Há cidades, como São Paulo, por exemplo, que não permitem rodeios, porque ferem e machucam animais. Mas lutar MMA que maltrata, fere, machuca, lesiona, sangra o ser humano, pode! Rinha humana pode!
Em Nova York, desde 1997 são proibidas competições e outras atividades do MMA. Na França, elas também já foram proibidas. No Canadá, em 2010, a associação médica concluiu que o MMA provoca traumas e lesões que podem estar presentes pelo resto da vida do lutador.
A entidade sugeriu que o esporte seja banido do Canadá, que é o segundo maior mercado do UFC no mundo. No Brasil, médicos e pesquisadores têm se manifestado contra a prática, apontando riscos tanto de lesões, algumas permanentes, como de morte.
Ainda não há levantamentos oficiais de quantos praticantes de MMA morreram. Mas pelo menos três casos ficaram famosos, em apenas 13 anos da luta: o primeiro em 1998, na Ucrânia, e outros dois nos Estados Unidos (2007 e 2010).
A veiculação das imagens dessas lutas pode incitar ainda mais a violência. São cenas que despertam instintos raivosos, maldosos. O UFC está avaliado em mais de US$ 1 bilhão e se tornou um fenômeno de mídia, recorde de vendas de pay-per-view. São poucos ganhando muito com o sangue, com a desumanidade e com o destempero alheios.
Na Roma antiga, os gladiadores, escravizados, lutavam entre si até a morte. O jornalista esportivo Milton Neves, referindo-se ao MMA do Brasil, pergunta: "Os gladiadores de Roma voltaram?" Galvão Bueno, nas chamadas da TV Globo, alardeia "os gladiadores do século 21".
Esta Folha, em editorial de 19 de dezembro, sinalizou a necessidade de regulação para as transmissões de MMA: "é o século 21 naquilo que tem de mais primitivo e troglodita".
O projeto de lei 5.534/2009 está agora na Comissão de Ciência da Câmara, já tendo passado pela de Desporto. Depois vai para a de Constituição e Justiça, podendo chegar ao Plenário, se houver recurso.
O debate é se o MMA é o tipo de atividade que queremos para formar, qualificar, graduar ou promover os valores esportivos e civilizatórios do cidadão brasileiro. É essa a discussão que devemos travar.

(JOSÉ MENTOR, 63, é advogado e deputado federal pelo PT-SP)

Reproduzido do Portal UOL



27 01 2012 - (versão atualizada às 21:08)


jogo da sucessão começa a tomar corpo em Caxambu. Uma fonte garantiu a este jornal on line que o atual Prefeito é mesmo candidato a reeleição. O chefe do Executivo teria até reunido o Secretariado para expor a decisão. Sua legenda é o pequeno PHS. 
Os demais partidos estão indefinidos. Como deveria ser mesmo pois afinal os prazos para fechar nome e coligação vão até junho. Tem ainda muita água para passar debaixo da ponte. 
O PMDB, tradicional e forte na política local, pode entrar rachado na disputa, pois corre o risco de ter convenção para escolha de seu candidato. De um lado estaria o ex-prefeito, com três mandatos, Marcus Gadben e do outro Zé Luiz, atual vereador pelo partido. Será? Ou a divisão peemedebista é jogo de cena para distrair adversários? Se for a estratégia está funcionando...
Outro grupo forte é o liderado pelo também ex prefeito, com dois mandatos, Isaac Rosental, que pode ter o seu próprio nome na disputa ou ainda apoiar Milton Oscar o Zoinho, que foi seu vice. Hoje ambos estão no PSB. 

Entre as novidades está o PR, legenda bem estruturada que segundo informações estará disputando o cargo do Executivo e do Legislativo. Pode lançar Domiciano Sá (o Didizinho) ou Vicenzo Caruzo (Enzo), para Prefeito. Na linha ainda das novidades surgem também: o assessor Parlamentar Guilherme Pereira, que tem alguns pequenos partidos na mão, a professora Ariete do PT do B, que seria a única mulher na disputa e Galdino Machado, este último tendo o PSDB como partido por trás de sua candidatura. O ex vereador Ojandir Bellini, o Jurandir, também deve estar concorrendo como fez em outras ocasiões.  Ainda são incógnitas as situações de Paulinho Maciel, que já disputou três vezes mas até agora está em silêncio e o PT local. O partido teria hoje, segundo uma fonte contou ao Noticiarama, certa ala querendo apoiar um nome dos citados acima e garantir uma vaga como vice. Para isto teria como opção o engenheiro Joaquim Luiz sendo o mais provável concorrente ao cargo. Outra parte petista estaria querendo nome próprio e poderia lançar o professor Fuad Zamot na cabeça de chapa. Ao lado da legenda a paternidade da vinda do Centro de Pesquisas do Consórcio de Universidades Federais, que aliás ainda não saiu do papel. Ficam em aberto para futuras coligações diversas legendas como o PDT  e o DEM que podem ter nomes próprios ou surgirem como parceiros de peso devido ao tempo de rádio e TV. Também não se tem notícia de como seria a participação do atual vice prefeito Veríssimo Arnaut e seu grupo, que rachou com o atual Prefeito mas que certamente estará de alguma forma participando da eleição.
Isto tudo sem falar dos candidatos à vereança onde podem surgir muitas novidades mas também nomes já conhecidos. Lembrando que ano que vem serão 11 membros do Legislativo. Briga boa!
Neste cenário, que deve sofrer muitas mudanças ainda e que merece levar em conta a Lei da Ficha Limpa que pode cortar alguns da disputa, as perguntas que o eleitor tem que fazer: quem terá o melhor projeto? Quem tem capacidade de gerir uma cidade que precisa de mudanças urgentes em todo o seu sistema de administrar, especialmente o turismo e o desenvolvimento do município? 
O cidadão precisa colocar a cabeça pra funcionar...continuismo ou novidade? Experiência ou ousadia? Tiro no escuro ou jogo de cartas marcadas? 
Leva o prêmio, ou melhor a cadeira de chefe do executivo e a caneta para assinar decisões que vão mexer com a vida de todos, aquele (ou aqueles, ou aquela?) que souber jogar melhor o jogo da eleição. Uma campanha de 45 dias que define como será Caxambu entre 2013 e 2016. 



12 02 2012

A jornalista Cristiana Lobo dá um depoimento em uma das chamadas da Globo News no qual ela diz que o jornalista tem muitas vezes a ousadia, a pretensão e até mesmo a obrigação de apontar o que está errado na sociedade.
Este comportamento comum ao jornalista é muitas vezes usado por veículos de comunicação, sejam estes quais forem, para perseguir, denegrir, denunciar sem fundamentos e até levar vantagens financeiras para apoiar grupos específicos sejam estes corporativos ou políticos.
Esta é a vida real e todos os veículos tem seu comprometimento. Uns de forma mais ética e equilibrada e outros sem limites, escancarados.
Mas em qualquer uma destas situações, o que nós não podemos admitir é que "jornalistas" sejam estes de formação ou por que se auto intitulam assim, escrevam na internet (ainda uma terra sem lei para a informação especialmente depois da proliferação das redes sociais) o que lhes vier a cabeça, repassando boatos como sendo fatos, sem apuração, sem "checar" a fonte, sem ouvir os dois lados.
As pessoas que frequentam as redes sociais, como cidadãos tem todo o direito da livre experesão, desde que não ofedam terceiros e não ajudem na propagação de inverdades.
E os jornalistas (sejam estes amadores, formados, de carreira ou até aqueles que não são nada disto mas pensam que são) deveriam pelo menos cumprir o mínino do que se espera de quem se aventura nesta profissão: ouvir os dois lados da história e apurar os fatos de forma correta para depois divulgá-los.
Mesmo que tenham lá seus compromissos políticos, empresariais e financeiros, noticiar informação baseado em "ouvi dizer" e "acho que é isto", foge mundo da responsabilidade de bem informar ou pelo menos de permitir que o público (mesmo que influenciado por uma matéria mais tendenciosa) faça seu julgamenbto definitvo.

31 01 2012

É forte o clamor popular pelo chamado carnaval no centro da cidade de Caxambu. Independente do local, a festa deveria ser pensada como um produto turístico a ser vendido para o consumidor turista. Ou seja, que fosse um evento que agradasse em primeiro lugar o visitante, afinal a cidade vive de turismo. Mas claro sem deixar de lado o atendimento ao direito do cidadão caxambuense (e aí deveriam ser levadas em considerção todas as classes sociais e faixas etárias) também de se divertir em sua cidade.
Sendo assim um projeto que conciliasse o chamado carnaval axé, com uma super banda num belo trio elétrico, com grupos, abadás etc...ao desfile das escolas de samba da cidade, verdadeira cultura local (que em alguns anos ficou relegado ao ostracismo devido ao único interesse no carnaval axé) aos eventos para terceira idade e crianças.  É possível? Certamente que sim, com planejamento e organização para minimizar ao máximo os bandos, que bebem a cerveja que compram em suas próprias cidades, urinam nas ruas e portas de lojas, arrumam brigas e confusões, e o pior: não voltam mais ao longo do ano para consumir outros produtos turísticos do município. Não teria como proibir a vinda de tais "visitantes", por que se não a festa deixaria de ser popular, democrática e aberta a todos, mas quem sabe organizar melhor a bagunça!
Também é bastante injusto o aluguel de casas, na forma como ocorre (ou ocorria) pois além de alugarem suas casas para grupos muitas vezes de trinta ou quarenta pessoas numa mesma residência, o que não deixa ninguém na vizinhança dormir, ainda os proprietários não recolhem um centavo de impostos, exceto o IPTU anual, coisa que o vizinho que não aluga também o faz e ainda atura a baderna alheia, sem falar em hotéis, pousadas e pensões que o fazem sistematicamente o ano todo e geram empregos no município. Precisaria haver uma normatização para tal aluguel.
Por tudo isto, o carnaval deveria ser   pensado, conforme dissemos no início, como um produto turístico rentável a todos, de forma justa e igualitária.
Que os hotéis lotassem, que as casas fossem alugadas, mas com um controle por parte dos poderes públicos, limitando quantidade, cobrando impostos; que os barraqueiros montassem seus negócios, com prioridade total a quem fosse de Caxambu e finalmente mas não menos importante que todos tivessem direito a diversão com segurança e de qualidade, sem privilegiar grupos, estilos, castas ou faixas etárias e sem permitir uma baderna generalizada como ocorreu nos últimos anos do chamado carnaval do centro da cidade.
Caxambu pode ser assim, basta um bom entendimento entre todos os envolvidos e principalmente o despojamento de egos e picuinhas políticas. Quem sabe um dia!


22.01 2012

Nós fizemos uma coletânea de questões que foram levantadas nos últimos dias em Caxambu, perguntas estas muitas delas feitas em conversas diversas em bares, cafés, em redes sociais, depoimentos diversos, entrevistas, e-mails, enfim, uma síntese do que muitos em Caxambu estão argumentando e questionando a quem de direito e dever (quem??) à responder...

. as possíveis irregularidades na folha de pagamentos da Prefeitura começaram quando? Apenas neste governo ou eram prática comum em outras administrações?


. quem sabia de tais práticas e há quanto tempo ou desde quando?


. por que o atual governo municipal levou cerca de oito meses após a descoberta das possíveis irregularidades para se manifestar?


. por que o atual governo municipal levou ao Tribunal de Contas do Estado a denúncia e o quais consequências se espera espera com tal ato?


. apenas funcionários de careira (concursados) estariam envolvidos ou tem (ou teve em outras administrações) participação de pessoas em cargos nomeados como secretários por exemplo?


. estaria mesmo TODA a população de Caxambu querendo um afastamento do atual chefe do executivo, seja ele por 60 dias para concluir a CPI ou em definitivo, ou a ação parte de um grupo político que estaria “inflando” o movimento  para facilitar a ação de partidários de pré-candidatos a Prefeitura?


. por que o Prefeito não fez nenhuma mudança no Secretariado e ou nos cargos de chefia mesmo sabendo destas e de outras possíveis falhas?


. outras irregularidades que poderiam ter ocorrido nos últimos anos, nesta e em outras administrações foram apuradas com o mesmo vigor? Quais foram os resultados?

Ao responder estes questionamentos, e muitos outros aqui não listados, Executivo, Legislativo e Judiciário principalmente, estariam sim dando um posicionamento definitivo sobre a maior e mais importante pergunta que fica no ar: por que Caxambu não se desenvolve como acontece com outras cidades e a quem interessa que o município permaneça como está?

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15.01.2012

O Brasil já possui quase 80 milhões de internautas, que passam quase três vezes mais tempo diante do computador do que da TV. O país é o terceiro com maior número de usuários de redes sociais e deve fechar o ano como o segundo especialmente no Facebook. Quase 60% das pessoas só concretizam um negócio depois de pesquisar a web. Os dados constam de pesquisas do Ibope, do data Folha e de outros tantos institutos que estão atentos para o novo "boom" da internet especialmente agora em ano eleitoral.
Sem dúvida, a internet já faz parte de nossas vidas: no trabalho, no lazer, nas compras, nos negócios. E em 2012 mais uma vez e com força acentuada as redes e mídias sociais terão poder de influência sobre as eleições municipais e com certeza vai mudar a forma de se fazer política no país.
Veja o que acontece em Caxambu e região. Depois da chegada do Noticiarama há 3 anos, diversos outros jornais e blogs foram lançados, cada qual com sua linha editorial, tendência política e interesses. É a informação on line tomando conta da rotina.  
O Facebook é outra ferramenta que permite livremente ao cidadão se expressar também muito usada hoje em Caxambu e região para acalorados debates de temas diversos que permitem ao cidadão se expressar, formar e ouvir opiniões diferenciadas.
Ou seja, o candidato que desprezar a influência do eleitor que certamente vai buscar a referência na internet para fechar sua escolha pode ser dar mal nas urnas.
Este movimento todo amplia também a possibilidade de comunicação dos candidatos com seus eleitores (que não se restringe mais apenas à mídia tradicional e ao jurássico “horário eleitoral gratuito no rádio e na TV”) garantindo repercussão imediata.
E por outro lado, abre-se um canal direto para o eleitorado acompanhar o desempenho, debater propostas e cobrar os seus candidatos, o que os obriga a serem mais transparentes em suas ações após eleitos. Fiquem atentos: a internet pode decidir o futuro dos candidatos em 2012 e premiará com vitória aquele que melhor souber usar esta moderna ferramenta de integração social.