quarta-feira, 17 de novembro de 2010

COLUNA

COMPRAR A PRAZO OU A VISTA? Ao entrar em uma loja você se depara com seu produto de consumo, a primeira atitude é ver se a prestação se cabe no seu bolso. Boa parte da população brasileira tem esse impulso, com o aumento da renda, do consumo e prazo de pagamento, aí a situação fica mais propensa a essa operação. Antes de tudo temos que decidir se cabe comprar a vista, caso não, lembre-se que a prazo sem juros não existe, tudo que é parcelado tem juros ou está embutido no preço, o melhor é optar por número pequeno de parcelas (entre 4 a 10) assim fica uma situação mais curta e confortável. Procure financiamentos que tenham o seguro contra desemprego, se for pagar com cheques pré, verifique que a empresa seja idônea para não ter problemas no futuro, compare a taxa de juros com outras lojas, feito isso é só curtir suas compras.

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PRODUÇÃO CAIU EM SETEMBRO, à produção da indústria brasileira caiu em nove dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, na comparação com agosto na série com ajuste sazonal. Na média nacional, a retração foi de 0,2%. O Rio Grande do Sul (2,3%) apresentou a queda mais acentuada, (fonte: IBGE)

PREÇOS DE ALIMENTOS PRESSIONAM META DE INFLAÇÃO, consumo aquecido, chuva no Brasil e seca no exterior aumentam custos da comida, com alterações climáticas os commodities elevaram a inflação dos alimentos neste ano, pressionando itens básicos da mesa do brasileiro. A aceleração dos preços do grupo fez o índice acumulado em 12 meses encerrados em outubro atingir 5,20% e se distanciar ainda mais do centro da meta do governo este ano (4,5%). Tanto a taxa anual como a de 12 meses superam o IPCA de todo o ano de 2009 (4,31). (fonte: Folha)

DILMA ENFRENTARÁ PRESSÃO DE PREFEITOS E GOVERNADORES, a briga dos estados e municípios por mais dinheiro atingirá níveis inéditos em 2011. Quatro temas na agenda legislativa que envolve mudanças na distribuição de dinheiro público estarão em debate: distribuição de royalties de petróleo reforma tributária, lei Kandir e revisão dos índices dos Fundos de Participação. (fonte: Estadão)