Curso de Pintura óleo sobre tela com o artista plástico Júlio Vilella começa em novembro
“Uma oportunidade especial para aprender a se expressar no mundo das artes plásticas. Com liberdade e prazer, atendendo as necessidades exclusivas e especificas de cada aluno.” Assim o artista plástico Julio Vilella define o curso de pintura óleo sobre tela, que vai ministrar a partir de novembro noInstituto Mantiqueira de Música e Arte (Imma) e Ateliê Endy Opé.
O curso abrange um público amplo, não se restringindo faixas etárias específicas. Para Júlio, basta ter vontade de aprender e de conviver num ambiente onde se respira arte. “Valorizamos muito o convívio entre as pessoas, a descontração, a amizade. Por isso teremos, em todas as aulas, um momento especial para um cafezinho, uma troca de ideias que, com certeza, será muito rica” planeja o artista.
Outro diferencial do curso é a abrangência de conteúdo. Partindo de uma base comum, os alunos terão a liberdade de continuar estudando até quando queiram, passando por diferentes técnicas: desenho, grafite, giz e giz pastel; pintura de flores, paisagens e natureza morta com óleo sobre tela; uso aquarelas ou tinta acrílica; retrato; produção de obras abstratas...
Para Thânia Machado, diretora do Imma, contar com Júlio Vilella no corpo docente é um privilégio: “Ele é uma pessoa multitalentosa e dinâmica. Vem para somar, para trazer sua contribuição. Ficamos muito felizes de tê-lo no Imma e no Ateliê Endy Opé. E convidamos os interessados no curso para vir conhecer nosso espaço e bater um papo com a gente.”
O Instituto Mantiqueira de Música e Arte fica á R. Xavier Lisboa, 167, Centro.
Tel 3621 2669. Visite também o site: http://www.imma.art.br/
Quem é Júlio Vilella
O itajubense Júlio Vilella é músico regente, professor do Conservatório Estadual de Música Juscelino Kubitscheck de Oliveira, e artista plástico. Foi aprendiz da pintora Ruth de Souza de Araújo Nilo durante 5 anos. A partir de então, se tornou autodidata, participando de exposições em várias cidades da região, tendo sido contemplado no Festival de Arte e Música do Vale da Eletrônica (Categoria Pintura, em 2002) e em Poços de Caldas, em 1993, foi indicado ao 1º lugar na categoria Óleo sobre tela (Retrato), mas abdicou ao prêmio porque teria de doar a obra para o acervo do Museu da Urca.
