*SEU
BOLSO*
ENTENDA
A PREVIDÊNCIA PRIVADA
Se você não quer
viver com a incerteza do INSS, planos particulares podem ser uma boa
alternativa.
Quem opta pela previdência
pública no Brasil corre dois riscos. O primeiro é passar a velhice sem conforto,
já que o teto de recebimento atual é de R$ 4.390 mensais. O segundo é a
incerteza de como será a vida financeira no futuro, pois o quadro deficitário
que o INSS apresenta poderá levar a mudanças nas regras de remuneração.
Diante desse cenário nada
animador, a previdência privada aparece como uma saída viável para
resolver o problema, uma vez que não prevê valor de limite máximo para o
benefício, além de estar menos sujeita a riscos políticos. Além disso, a
previdência privada é mais rentável quando comparada ao investimento feito no
INSS.
Mas, por mais atraente que um
plano de previdência privada seja, ele deve ser encarado como uma
complementação da renda no futuro. Isso porque o INSS oferece algumas
garantias assistenciais que não são garantidas na previdência complementar.
Ainda assim, o mercado cresce a cada ano.
Recebimento define planos e
benefícios
Na contratação, você precisa
definir como quer receber o benefício. Quanto mais garantias de segurança você
atrelar ao plano, menor será o valor a ser recebido. Mas você pode mudar as
configurações do plano durante o período de contribuição – o que é bom, caso
você tenha filhos ou dependentes ao longo da vida, por exemplo. Entretanto, ao
mudar a modalidade, você terá que cumprir um período de carência.
A Superintendência de Seguros
Privados (Susep) definiu seis padrões. Se você escolher o pagamento único, receberá
o benefício de uma vez. Ou então, se optar pela renda mensal temporária,
receberá pagamentos até o seu falecimento ou o fim do contrato. Mas se preferir
contar com pagamentos mensais, pode garantir uma renda mensal vitalícia – nesse
caso, na modalidade mais simples, você recebe os pagamentos a partir da data de
concessão do benefício.
Os tipos de planos
Em um plano com renda mensal
vitalícia com prazo mínimo garantido, você pode definir beneficiários
para receber os pagamentos por um tempo previamente estipulado em caso
de falecimento. Se optar pela renda mensal vitalícia reversível ao
beneficiário, você pode indicar outra pessoa para receber o benefício em caso
de morte.
Também existe a opção
que garante renda mensal vitalícia reversível ao seu cônjuge com continuidade
aos filhos menores, que permite que o benefício (em caso de morte) seja
transferido ao seu cônjuge ou, com a morte deste, reversível (mesmo que não
integralmente) aos filhos menores.
Os planos de previdência
privada, em geral, incluem a renda por sobrevivência ou mensal temporária. Trata-se da renda de sua
aposentadoria, com os benefícios listados como opcionais.
*OPINIÃO*
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*RAPIDINHAS*
INFLAÇÃO TEM ALTA DE 9,56% EM 12 MESES
Esse foi o índice acumulado mais elevado em 12 meses desde novembro de
2003, quando o registro foi de 11,02%
A inflação oficial medida pelo Índice de
Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho teve variação de 0,62% e ficou 0,17
ponto percentual abaixo da taxa registrada em junho (0,79%).
Com isto, o IPCA acumulou em 6,83% no ano,
bem acima dos 3,76% de igual período de 2014, registrando a taxa mais elevada
para o período de janeiro a julho desde 2003 (6,85%).
No acumulado dos últimos doze meses, o índice
atingiu 9,56%, acima dos 12 meses imediatamente anteriores (8,89%). Esse
foi o mais elevado acumulado em 12 meses desde novembro de 2003 (11,02%). Em
julho de 2014, o IPCA, havia sido 0,01%. Considerando-se
os meses de julho na série histórica, o IPCA deste ano foi o mais elevado desde
2004 (0,91%) (Fonte:iG).
BC PERDE R$ 57
BILHÕES COM SWAPS ATÉ JULHO E NÃO CONTÉM ALTA DO DÓLAR
Somente
em julho, prejuízo com intervenções no câmbio foi de R$ 23,9 bi.Nas operações
de swap, BC tem prejuízo quando dólar registra valorização.
O Banco Central (BC) registrou prejuízo de cerca de R$ 57 bilhões com
os contratos de "swap cambial" – contratos equivalentes a venda
futura de dólares – nos sete primeiros meses deste ano, ou seja, até julho,
segundo números da própria autoridade monetária do país. (Fonte: Banco
Central).
GOVERNO PODE NEGOCIAR NOVA DATA DO PIS/PASEP
Reunião do Codefat do próximo dia 26 vai analisar
pedido de alteração
Rio - Eventual adiantamento no calendário do
abono salarial do PIS/Pasep, que teve metade das liberações remetida para 2016,
tem respaldo entre empresários que são próximos ao Conselho Deliberativo do
Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). O governo, que
pediu o adiamento para o ano que vem em razão da crise financeira, já se
comprometeu a negociar novo escalonamento, mas não apresentou proposta. Os
trabalhadores exigem que o pagamento seja feito todo em 2015, como
historicamente ocorre. (Fonte: O Dia).
