quarta-feira, 19 de agosto de 2015

COLUNA


*SEU BOLSO*

SAIBA COMO FUNCIONA A AMORTIZAÇÃO DE UM FINANCIAMENTO
É preciso entender que do total da parcela paga, somente uma parte amortiza o saldo devedor. Veja como funciona e o que você precisa saber para administrar melhor seu financiamento.
A Amortização nada mais é que a redução do total da sua dívida, ou seja, ao pagar cada parcela você está amortizando o seu saldo devedor. Em toda dívida há a cobrança de juros, por isso as parcelas são cobradas com valores maiores que o da amortização. Logo, o valor que está sendo amortizado é o valor do pagamento da parcela descontando os juros.
Em qualquer empréstimo ou financiamento existem algumas formas possíveis para o pagamento da dívida conhecidas como sistemas de amortização. Abaixo temos as duas modalidades:

Tabela SAC - a modalidade de parcela atualizada é a mais comum, o saldo devedor, assim como as parcelas, vão sendo reajustadas pela TR (Taxa Referencial). 
Tabela Price - é usada para os sistemas de parcelas fixas, as taxas são mais altas porque não há correção. 

Qual é a melhor opção?

Sempre que puder optar entres as duas formas, aconselhamos as taxas variáveis, utilizando o sistema SAC, pois a parcela é decrescente e no final do financiamento o valor total pago atualizado é menor do que no sistema de parcela fixa, que usa a tabela Price. Isso se dá pela natureza do calculo de amortização em cada um dos casos. 
Confira a seguir o exemplo prático de um financiamento imobiliário na modalidade SAC onde o valor imóvel é de R$ 600 mil e o financiamento solicitado é de R$ 420 mil em 360 meses:

Entenda como funciona
Nesse caso, o valor da 1º Parcela é de R$ 4.259,34 e o da amortização R$ 1.166,66, isso significa que do total do saldo devedor (R$ 420 mil) foi descontado apenas R$ 1.166,66 e não o valor total pago na parcela R$ 4.259,34. Logo, você ainda deve R$ 418.833,34 e não R$ 415.740,66. 

Isso acontece para todas as parcelas. E para cada uma delas além da amortização estão incluídos os juros, seguros taxas e encargos. Por isso, o saldo devedor diminui de acordo com o valor da amortização e não com o valor total pago da parcela. (Fonte: PROTESTE).

*OPINIÃO*

'OU O GOVERNO MUDA, OU O POVO MUDA O GOVERNO', DIZ ROMERO JUCÁ
Você concorda com o senador?

*RAPIDINHAS*

MUDANÇA NO RENDIMENTO DO FGTS "É A MORTE DO MINHA CASA, MINHA VIDA", DIZ SECOVI
O projeto que propõe a mudança da alíquota da remuneração do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) de 3% para 6% deve ser uma das primeiras a entrar na pauta de votação da Câmara dos Deputados após a volta do recesso parlamentar, nesta segunda-feira (3). O Secovi-SP (sindicato da habitação) alerta para o risco de o programa Minha Casa, Minha Vida definhar e "morrer", além de o fundo perder sua função social. (Fonte: iG).


TOMBINI DIZ QUE INFLAÇÃO ATINGE PICO NESTE TRIMESTRE, MAS COMEÇA A CAIR EM 2016
Na estimativa do BC, a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve ficar em 9%
 O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, disse nesta sexta-feira que a inflação deve atingir o pico neste trimestre e começar a cair em 2016. “A inflação acumulada em 12 meses deve atingir o pico neste trimestre e permanecer em níveis elevados até o final do ano, para depois iniciar trajetória de queda”, acrescentou, ao abrir o 10º Seminário Anual sobre Riscos, Estabilidade Financeira e Economia Bancária na capital paulista. (Fonte: AGÊNCIA BRASIL).

BRASILEIRO SE ENDIVIDA, INVESTE MENOS E FINANÇAS SE DETERIORAM NO SEMESTRE
Com contas no vermelho, mais dívidas e menos investimentos, as finanças dos brasileiros pioraram 9,5% no primeiro semestre, segundo o Índice de Saúde Financeira calculado pelo GuiaBolso. Em uma escala que vai de zero a 700, o indicador fechou junho em 389 pontos, ante 430 em janeiro. Preços em alta são o principal motivo apontado para o descontrole do orçamento.
“O orçamento foi impactado pela inflação. Começamos a ver uma influência do desemprego, mas ainda está no início”, afirma o presidente do GuiaBolso, Thiago Alvarez. Ele conta que, entre os pesquisados, as contas residenciais - basicamente energia e água - tiveram aumento de mais de 44%, alta considerada significativa. (Fonte: Estadão).