*SEU BOLSO*
JÁ PENSOU EM ADOTAR UM 'REGIME DE COTAS' PARA SEUS GASTOS PESSOAIS?
Você
quer economizar para tentar comprar a casa própria, mas não resiste a roupas,
sapatos e DVDs. Você acha que não deveria gastar com isso, mas está sempre
adiando a mudança de hábito. Nestes momentos, você precisa encarar as suas
finanças pessoais como um regime alimentar.
É
o mesmo princípio de alguém que precisa começar um regime. Se a pessoa for
radical demais e cortar de uma só vez tudo aquilo que engorda, vai certamente
chegar uma hora em que vai se cansar e acabar desistindo. Ou ainda pior, nem
vai começar a colocar em prática a nova dieta. Com dinheiro é assim também, não
podemos ser radicais.
Roupas,
sapatos e DVDs são coisas supérfluas, que sempre podem ser cortadas do seu
orçamento numa situação de emergência. Mas se a compra de alguns itens
supérfluos dá prazer, o que você pode fazer é criar cotas para se satisfazer,
sem deixar o salário inteiro nas lojas.
A
seguir, vamos dar algumas dicas para usar esse regime de cotas para a saúde do
seu bolso:
DICA
1: Faça uma lista bem sincera e completa
dos supérfluos que você costuma consumir. Inclua todos os gastos que não são
essenciais para a sua sobrevivência. Podem entrar os gastos com celular, com TV
a cabo, jantares fora de casa, cinema e assinatura de jornal, por exemplo.
DICA
2: Escolha dentro dos supérfluos os
itens que são mais importantes para você e trate de cortar ou reduzir todos os
demais.
DICA
3: Separe 10% do seu orçamento
especificamente para os gastos escolhidos. Divida o dinheiro reservado em
subcotas para cada finalidade. Suponhamos que você ganhe R$ 2.000 e que seus supérfluos preferidos
sejam fazer escova no cabeleireiro e comprar sapatilhas.
Você
poderá reservar sua cota de supérfluos, que, nesta suposição, usando 10% do seu
orçamento, será de R$ 200. Você também deve planejar o uso da cota. Neste caso,
pode estipular uma subcota de R$ 100 para escovas e outra de R$ 100 para
comprar sapatilhas.
DICA
4: Cumpra rigorosamente o seu
planejamento. Não gaste um centavo a mais com supérfluos, tanto para as cotas,
quanto para as subcotas. Lembre-se: caso você já tenha usado suas cotas ou
subcotas, resista firmemente às promoções e aos desejos não contemplados. Você
já gastou o que podia gastar.
Desta
forma, poderá chegar ao fim do mês com seus desejos momentâneos satisfeitos,
sem desorganizar o seu orçamento pessoal. (fonte: Samy Dana).
*OPINIÃO*
BULLYING ESCOLAR SÓ É CASO DE POLÍCIA EM CASOS EXTREMOS
Você concorda com isso?
*RAPIDINHAS*
BRASIL DEVE PERDER 1
MILHÃO DE POSTOS DE TRABALHO EM 2015, PREVÊ ESTUDO
No segundo semestre do ano passado, o país fechou 176 mil postos de trabalho com carteira assinada. Nos seis primeiros meses deste ano, o fechamento aumentou para 345 mil vagas. Para o Cofecon, a maior extinção de emprego indica que o reajuste da taxa Selic foi maior que o ideal, passando a sufocar a economia. Com 345 mil postos formais de trabalho extintos nos seis primeiros meses do ano, a economia brasileira deve acelerar a diminuição de empregos no segundo semestre. Segundo estudo do Conselho Federal de Economia (Cofecon) divulgado nesta semana, o país deve encerrar o ano com 1 milhão de vagas com carteira assinada a menos. (Fonte: Agência Brasil).
BANDEIRA VERMELHA SERÁ MANTIDA NAS CONTAS DE LUZ EM AGOSTO
Consumidores terão custo extra de R$ 5,50 a cada 100
quilowatts/hora que forem gastos. Os consumidores vão continuar pagando adicional máximo
nas tarifas de conta de luz em agosto. A Agência Nacional de Energia Elétrica
(Aneel) informou ontem que a bandeira vermelha vai vigorar neste mês novamente,
provocando custo extra de R$ 5,50 a cada 100 quilowatts/hora (kWh) de energia
consumidos.
A cor vermelha indica que o custo de produção da
energia está mais alto. Quando a bandeira fica na cor verde, não há cobrança de
taxa. Na cor amarela, o consumidor tem que pagar R$ 2,50 para cada 100 kWh de
energia consumidos. (Fonte: O Dia).
SETOR PÚBLICO TEM
PIOR RESULTADO DA HISTÓRIA PARA JUNHO E 1º SEMESTRE
Segundo
BC, houve déficit primário de R$ 9,32 bilhões em junho.
No semestre, foi registrado superávit de R$ 16,22 bilhões, acrescenta.
As contas de todo o setor público – o que inclui o governo, estados,
municípios e empresas estatais – registraram em junho o pior resultado da série
histórica do Banco Central, que começa em dezembro de 2001. O resultado para os
primeiros seis meses do ano também é o pior para um primeiro semestre, segundo
números (Fonte: Alexandre Martello).
